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[Review] The Originals 3x08/09 - The Other Girl in New Orleans/Savior

“ As trevas que encontramos em nós são as que mais precisamos iluminar. ”


As trevas que encontramos em nós são as que mais precisamos iluminar.


3x08 - The Other Girl in New Orleans


O penúltimo episódio do ano de The Originals conseguiu começar a amarrar toda a história que vem sendo apresentada nesta temporada. A caça pelo paradeiro de Rebekah tem leves avanços e Camille mostra um pouco do seu lado obscuro.

O “embate” de Camille e Aurora ganhou um grande destaque e foram cenas bem legais de se assistir. A relação das personagens de puro ódio foi bem transmitida e também a honestidade de toda a conversa. Ao mesmo tempo, esse diálogo das duas serviu para entendermos um pouco mais sobre quem é Camille, coisa que ainda não sabíamos tão certamente. A relação de Klaus e Aurora chega ao fim de uma forma bem caótica, e podemos esperar uma revanche dela.

Paralelamente, Elijah, Hayley e Freya tentavam incansavelmente descobrir a outra pista que salvaria Rebekah. Mesmo sem muito sucesso, essa parte do episódio também me agrada em diversos aspectos. Além disso, algumas questões foram levantadas e instigaram bastante dúvida. Como por exemplo: por que Tristan cita Finn para Freya tentando induzi-la a soltá-lo? E como ficará a relação de Hayley com os Mikaelsons.

The Other Girl in New Orleans foi um episódio que conseguiu prender a minha atenção e vem em boa hora, mesmo não parecendo em nada com os outros que precediam as mid-season. A capacidade de inovar em The Originals é inegável e o diferente sempre se encaixa bem na série. Essa temporada não está sendo nem um pouco parecida com as outras e o resultado é bem satisfatório.



3x09 - Savior



Julie Plec nunca falha! Não em Seasons Finale e mid-seasons. É incrível como 40 minutos parecem duas horas quando vemos um episódio tão bem planejado como esse foi. São vários acontecimentos de tirar o fôlego, um atrás do outro, durante todo o tempo. Os altos e baixos que já vimos nessa temporada até desaparecem.

O Klaus sentimental domina todo o episódio e as cenas com ele são impecáveis. A faceta do personagem ao estar perto de Cami e fazer tudo para agradá-la fica bem clara, e foi um ponto bem tratado durante essa metade de temporada. Elijah, apesar de ficar um pouco ofuscado neste episódio, teve um momento grande e difícil que partiu vários corações, acredito eu. Jackson finalmente aceitar que Hayley está ligada aos Originais foi algo que me surpreendeu e que até demorou um pouco para ocorrer. Rebekah faz mais uma aparição rápida, porém bombástica, e nos lembra o motivo de a personagem ser tão querida pela maioria dos fãs.

A marca da Julie é fazer você sentir várias emoções em um só episódio, e isso está mais do que claro nessa mid-season. Savior não peca durante momento algum e se encerra de uma forma esplêndida. Alívio, ódio, alegria e tristeza são palpáveis nos momentos finais. Klaus e Cami finalmente ficando juntos; a despedida de Rebekah; a volta de Rebekah para ser apunhalada; a ascensão de Vicent; e a morte de Cami são os pontos altos de um episódio que pensei que não poderia crescer mais.

Até este episódio, estava considerando essa temporada um tanto quanto morna. Porém, Savior vem para nos lembrar do quanto a série pode ser boa. A adrenalina do final é o que fica na memória, e agora teremos que esperar até o próximo ano. Vincent, coagido pela Strix, será o novo inimigo dos Originais. Para Aurora, não esperamos nada além da morte. E Elijah tem um grande fardo para carregar. Não vejo a hora dos próximos episódios, e acho que agora a temporada decola. Obrigado por me acompanharem durante todo o ano, boas festas!

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